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Gestão de Capital Humano: desafios e oportunidades

Os novos modelos de trabalho fizeram da gestão integrada de pessoas uma realidade cada vez mais evidente. Num período de retoma económica, é necessário garantir que os recursos humanos da empresa estejam preparados para dar uma resposta certa, no momento certo.
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A pandemia trouxe uma mudança de paradigma que exige mais e melhor dos departamentos de recursos humanos, tendencialmente reduzidos e com um elevado volume de trabalho administrativo à sua responsabilidade.

O caminho da sobrevivência à prosperidade das empresas  passa, sem surpresas e segundo a Deloitte, por cinco tendências que destacou no estudo “Global Human Capital Trends 2020”. Quais são elas? O bem-estar como parte integrante das estratégias de trabalho; a aposta no potencial dos colaboradores, a criação das “super-equipas” , a utilização de dados em tempo-real nas estratégias de gestão da força de trabalho e, por último, redefinição do papel dos RH.

Com os modelos híbridos de trabalho a ganharem cada vez maior expressão, é fundamental que o software consiga acompanhá-los da melhor maneira, dando uma resposta cada vez mais completa não só no recrutamento como a retenção na empresa, garantindo que os níveis de produtividade se mantêm. Não restam dúvidas de que as ferramentas colaborativas se transformaram numa vantagem competitiva para as empresas.

Afinal de contas, esta é a razão que explica o contexto em que surge a Gestão de Capital Humano.

No artigo da revista Human Resources “Human Capital Management. Que modelo é este e por que é essencial às organizações?” encontramos uma explicação para o facto de hoje a gestão de recursos humanos ser um conceito muito diferente daquele que era há uns anos atrás.

A tecnologia é, de facto, um dos aspetos diferenciadores entre estes conceitos, alinhada com o talento da organização: “Através de ferramentas de controlo de monitorização é possível acompanhar uma série de indicadores que valorizem os objetivos da organização, como a produtividade dos colaboradores, os índices de absentismo, bem como o grau coletivo de satisfação, a sua motivação e envolvimento com a organização.

Somente desta forma, é que os gestores podem observar quais colaboradores é que são verdadeiramente capitais humanos dentro da organização, proporcionando-lhes o devido bem-estar-físico e psicológico.”

Lourdes Caposso, coordenadora do projecto Associação Lei com Força, não tem dúvidas de que “o capital o humano constitui o sucesso de qualquer organização, porque o homem faz a diferença”

Mudam-se os tempos, muda a gestão das pessoas

Luís Antunes, People Experience Director da PHC Software, não duvida que uma solução completa de recursos humanos pode ser a melhor forma para ir ao encontro dos desafios que hoje se colocam: “Os departamentos de recursos humanos são, habitualmente, constituídos por poucas pessoas. Porém, as exigências são cada vez maiores, dado que para além das muitas tarefas administrativas para executar, o utras preocupações a ter em conta no que diz respeito ao desenvolvimento de carreira e no acompanhamento que precisam dar aos colaboradores, de forma a compreender as suas necessidades e como se sentem na empresa. O objetivo? Fazer a diferença na evolução da sua carreira e promover a permanência na empresa através de, por exemplo, uma produtividade baseada em objetivos e que contempla todos os aspetos que poderão, até, aumentá-la.”

A verdade é que, até agora, os departamentos de recursos humanos sempre foram reféns de uma mão-cheia de processos administrativos. Se esse volume de trabalho for reduzido ao máximo desde o primeiro momento do recrutamento.

Como? Através de um self-service de colaborador, onde o próprio funcionário pode fazer a sua própria marcação de férias, imprimir declarações, submeter férias, faltas, despesas, e muito mais.

Ou seja, garantir que há espaço para a formação dos colaboradores, fortalecer a liderança e, até, compreender quais as áreas ou pessoas que precisam de algum tipo de intervenção, através de ferramentas que medem o bem-estar de todos os colaboradores e que funcionam como barómetro, alertando ainda para algum problema que surja.

Até porque, está provado que depois de sentirem que a sua remuneração mensal permite suprir as necessidades, aumentar a remuneração não faz diferença: é aqui que entra o salário emocional. Progressão de carreira, a qualidade de vida, liderança atenta, propósito da empresa. Nas palavras de Ricardo Parreira, CEO da PHC Software, “a atitude para a felicidade depende da capacidade de uma empresa desenvolver iniciativas que tragam esta consciência aos líderes e de construir um governance empresarial que permita o devido acompanhamento de cada indivíduo”.

Os números atuais são claros e apontam neste sentido: segundo o estudo “Happiness Works 2021” publicado no jornal Eco, os trabalhadores felizes faltam menos 36%, têm menos 45% de vontade de mudar de empresa e sentem-se 9% mais produtivos.

Da incerteza à fórmula de sucesso: chegou a “Human Age”

Ainda antes da epidemia infetar a economia e as empresas, teve impacto nas pessoas. De um dia para o outro, o Mundo foi obrigado a adaptar-se rapidamente a uma mudança global que alterou as metodologias de trabalho, a relação entre as equipas, a performance das empresas, a confirmação de que a saúde física e mental dos colaboradores deve ser, acima de tudo, a base de uma empresa.

Sem pessoas não é possível fazer a diferença.

Mildred Golden Pryor, Donna Anderson, Leslie Toombs e John H. Humphreys são investigadores da Daffodil International University, Dhaka, Bangladesh, desenvolveram o Modelo 5P’s Integrado. Num artigo publicado no Management and Human Resource Research Journal, afirmam existir cinco variáveis que ajudam a melhorar as organizações: Propósitos, Princípios, Processos, Pessoas e Performance. Eles acreditam que quando estas variáveis de encontram, é possível aumentar a eficácia da implementação estratégica de uma empresa.

Das iniciativas e respostas encontradas, sugere-se desenvolver um plano de trabalho flexível, remuneração dos colaboradores, trabalho em casa ou remoto, equilíbrio entre trabalho e vida, motivação virtual por meio da promoção do apoio dos colegas e liderança participativa. Também são destacadas iniciativas como a construção de comunidade, recompensa virtual, gestão do conhecimento, redefinição daquilo que é o trabalho e a capacitação de gestores para a tomada de decisões.

Jonas Prising, CEO e chairman da Manpower Group, acredita que o mundo do trabalho está a mudar a um ritmo e uma escala nunca antes vistos, acreditando por isso que a vantagem competitiva é cada vez mais passageira. Uma nova fase a que dá o nome de Human Age e que defende a importância do talento para uma empresa, como sendo o principal condutor de sucesso para os negócios.

Segundo Prising são as competências humanas de relacionamento interpessoal, trabalho em equipa, comunicação, análise e pensamento crítico, resolução de problemas complexos, negociação, inteligência emocional, gestão de conflitos, criatividade, flexibilidade cognitiva, que vão garantir a empregabilidade e a evolução das organizações. E mais: “As lideranças inspiradoras, transformadoras e mobilizadoras das energias coletivas e a formação, desempenham um papel fundamental, quer na requalificação, quer no desenvolvimento destas competências.”

Mais tecnologia na gestão de capital humano

Na opinião de Luís Antunes, “Hoje em dia é fundamental apostar numa solução completa e devidamente integrada no software, garantindo que a informação está disponível e chega a todos, que os processos são rápidos e que, muitos deles, são automatizados e integrados em workflows que cruzam e delegam tarefas para todos os envolvidos em determinado projeto, sejam diretores, líderes ou colaboradores. O software permite-nos humanizar a empresa, levantar a cabeça do teclado e interagir com as pessoas, mantendo-nos mais atentos à realidade e presentes no dia a dia das pessoas.”

“As pessoas são um cliente tão importante para as empresas quanto os próprios clientes.”

Quem o diz é Ricardo Parreira, no debate “PHC Think Digital: Gestão 360○ do talento para a produtividade”, organizado pela PHC Software em parceria com o jornal online Dinheiro Vivo.

Se é necessário inovar a gestão de talento, as empresas devem munir-se de ferramentas que permitam agilizar esta gestão e permitam fazer da experiência de trabalho, uma experiência feliz.

O salário conta, mas não tanto quanto há uns anos atrás. Hoje, há pequenos pormenores que podem fazer a diferença, tanto a nível individual como no rendimento da própria equipa”, acrescenta António Bóia, chefe executivo do JNcQUOI, que participou no mesmo debate.

É para responder a estas necessidades do mercado que a gestão de pessoas assume uma importância nunca antes verificada, provando que um simples software de processamento de salários é insuficiente para suprir as necessidades.

Acompanhamento diário, comunicação permanente, lideranças inspiradoras, transformadoras e mobilizadoras dos colaboradores e das equipas, sistemas de avaliação reveladores e potenciadores do mérito, aposta forte na formação: a solução de Gestão de Capital Humano da PHC, permite elevar a performance da gestão de pessoas na empresa a um outro nível, contemplando todos os processos que garantem a sua eficácia.

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